Ubuntu 12.04 alfa 2

Acabou de ser liberada a versão alfa 2 do Ubuntu 12.04 Precise Pangolin. Esta versão não é recomendada para ambientes de produção, pois trata-se de uma versão alfa, com diversos bugs.

 

Ate agora pra versão 12.04 temos como novidades:

  • Banshee, Tomboy e Mono não estão presentes.
  • Melhorias no Unity e Unity2D.
  • A cor de fundo do menu principal (dash) pode ser alterada.
  • Rhythmbox volta a ser o reprodutor padrão.
  • Nautilus quicklists no lançador do Unity.
  • As configurações do Unity começam a ser integradas com as configurações do sistema.
  • O lightDM vem com suporte a leitura do plano de fundo do usuário.
  • A Central de Programas do Ubuntu traz algumas novidades como a inclusão do aplicativo recém-instalado no lançador e a atualização automática de pacotes de idiomas.
  • Firefox 10 e Thunderbird 10.
  • Kernel 3.2.0-12.21.

 

O HUD, Head-UP Display, muito discutido nos últimos dias ainda não esta presente nesta versão.

 

CRONOGRAMA:

Alfa 1 – 01/12/2011

Alfa 2 – 02/02/2012

Beta 1 – 01/03/2012

Beta 2 – 29/03/2012

Versão RC – 19/04/2012

Versão Final – 26/04/2012

 

Veja no vídeo abaixo o Ubuntu 12.04 alfa 2 em ação:

IFRAME Embed for Youtube

 

DOWNLOADS:

Ubuntu 12.04 i386

Ubuntu 12.04 amd64

Ubuntu 12.04 i386 via torrent

Ubuntu 12.04 amd64 via torrent

Kubuntu 12.04

Xubuntu 12.04

Lubuntu 12.04

Edubuntu 12.04

Mythbuntu 12.04

Outros  downloads


SCREENSHOTS:

 

Fonte: webupd8 e OMGUbuntu

Posts Relacionados:

Como remover PPA do Ubuntu?

O método correto para remover um ppa e usar pacote da versão do repositório oficial do Ubuntu é usando o ppa-purge.
Primeiramente, você precisa instalar o ppa-purge:
sudo apt-get install ppa-purge
Daí, você limpa o ppa instalado anteriormente. (Por exemplo, vlc-daily)
sudo ppa-purge ppa:videolan/master-daily
Assim, fizemos o downgrade para a versão estável do vlc.



Maldita Marca



Tirinha



Revolution OS

Sentir-se motivado a abandonar tudo o que já se sabe sobre como usar um computador (onde estão seus arquivos, como executar um programa, que aplicativo faz o quê, quais as teclas de atalho) e começar a aprender quase tudo de novo é algo raro. Mas pode se tornar menos difícil após assistir ao documentário Revolution OS. Em formato jornalístico, ele conta a fascinante história da filosofia do software livre e a explosão do Linux, ainda durante a bolha de investimentos da internet da década de 1990. Com depoimentos das maiores figuras do software livre e do open source tais como Richard Stallman, Linus Torvalds, Eric Raymond, Bruce Perens e outros, o filme convence a qualquer um a aventurar-se pelos sistemas operacionais livres, cuja filosofia de compartilhamento, liberdade e comunidade remonta a ideais que pareciam esquecidos após duas décadas de yuppies e neoliberais individualistas.

Mas nem tudo é tão fraterno e comunal no mundo do software livre. Revolution OS tem méritos também por mostrar as contradições da própria comunidade. Um sistema de produção de software em que um dos itens motivadores é o reconhecimento dos pares, é claro que só poderia ser entremeado de vaidades. Criado originalmente por Richard Stallman, a cabeça por trás do conceito de copyleft (a antítese do copyright), o termo software livre (do inglês free software) é renegado por aqueles que querem torná-lo mais palatável a gostos empresariais. Estes querem então substituí-lo por open source (fonte aberta, em português), para que os investidores percebam que podem ganhar dinheiro com ele já que o free de free software quer dizer liberdade e não grátis.
Stallman, com seu visual hippie e seu bom humor, é um capítulo à parte. Incansável, ele luta para manter a integridade de sua filosofia de liberdade e para que o gigantesco trabalho dos desenvolvedores GNU seja reconhecido. Insiste que o Linux é uma pequena parte (essencial, mas uma parte) que se acoplou com perfeição ao sistema operacional GNU, desenvolvido de modo colaborativo desde a década de 1980. Quer, com justiça, que o sistema seja chamado de GNU/Linux, pois foi usando as ferramentas já prontas e a filosofia de trabalho colaborativo que o Linux pôde ser desenvolvido. Linus, o finlandês que gerenciou o trabalho colaborativo em torno do Linux, reconhece: "Ele é o grande filósofo, eu sou o engenheiro".
O conceito de software livre surge em 1984, quando Stallman funda a Free Software Foundation e postula as liberdades que são os pilares do movimento pelo conhecimento compartilhado: liberdade para qualquer uso, cópia, alteração e distribuição. Ele afirma que o software, desde os primeiros computadores, sempre foi livre. Os programadores na década de 1960 e 1970 desenvolviam tudo em um sistema colaborativo, trocando idéias e linhas de código assim como cozinheiros trocam suas melhores receitas. Foi na década de 1980 que se consolidou a opção de algumas empresas tornarem o conjunto de comandos padronizados enviados às máquinas, o software, também um produto, a ser vendido separado do hardware.
Mas a semente, a idéia da propriedade do software foi lançada por aquele que seria o homem que mais enriqueceu com a passagem dos códigos de computador de bem coletivo, compartilhado, a produto de direito de determinadas corporações: Bill Gates. O filme mostra uma carta dirigida há um clube de desenvolvedores, escrita por ele em 1976, logo após fundar a Microsoft, em que ele chama o compartilhamento de software de roubo e afirma que nenhum software de qualidade seria desenvolvido se os programadores não fossem bem pagos. Ao som de uma música que lembra os filmes de suspense a narradora lê o conteúdo da carta com uma agressividade crescente, dando um clima assustador a frases como: "Como a maioria de vocês já deve saber, grande parte de vocês rouba software. O hardware é algo a se comprar, mas o software é algo a se compartilhar. Quem se importa se aqueles que trabalharam nele são pagos? Isso é justo? O que vocês estão fazendo é impedir que bons softwares sejam escritos. Quem pode suportar um trabalho profissional que não é pago?"
Na ocasião, em tom acusador e agressivo, Gates reclamava que o trabalho dele e de seus outros dois sócios não estava sendo remunerado adequadamente devido às cópias não autorizadas. Menos de 10% dos usuários do Altair BASIC, que fora desenvolvido por eles, haviam comprado o software e, se calculado o tempo gasto na produção do produto, a remuneração seria de menos de US$ 2 a hora.
Quase trinta anos depois, o vitorioso modelo proprietário de Gates enfrenta novamente o modelo cooperativo, concretizado na filosofia do software livre. Se os dois modelos irão coexistir ou se algum deles prevalecerá é algo que o futuro irá dizer. Enquanto isso, é impossível não se encantar com a letra de autoria de Richard Stallman cantada pela banda GNU/Stallmans no final do filme: "Junte-se a nós e compartilhe o software; vocês serão livres, hackers, vocês serão livres. Acumuladores podem ganhar pilhas de dinheiro; isso é verdade, hackes, isso é verdade. Mas eles não podem ajudar seus vizinhos; isso não é bom, hackers, isso não é bom".

Fonte: ComCiencia


LibreOffice na produção de trabalhos científicos.

Sabe-se que a proposição (para não dizer obritoriedade!) na hora de conclusão de um curso, seja técnico ou superior, é a produção de um trabalho, conhecido como TCC. Para realizar tais funções buscamos o socorro ao bom e velho processador de textos. Aí vem a palavra mágina e instantânea para a maioria dos usuários o WORD. O processador de textos da Microsoft é, culturalmente mais fácil (atentai bem CULTURALMENTE!), isto é uma grande inverdade, pois  ao passar dos anos o BrOffice Writer, vem despontando por ser mais fácil, mais leve e mais intuitivo, e o melhor Open Source, ou seja livre! O que, certamente, o MS Word, não é! Não é mesmo! Você paga e caro, por um produto que sempre será da sua desenvolvedora.

O fato é que com a melhoria gradual do BrOffice Writer, agora LibreOffice (e recentemente fiz uma postagem acerca do novo lançamento do LibreOffice), temos mais facilidade de construir trabalhos acadêmicos / científicos utilizando uma ferramenta livre. 
Ah! Mas eu não sei utilizar este Writer! Você deve está pensando, não se preocupe em uma das diversas listas de discussão que participo, para ser mais específico a do Software Livre Educacional, o usuário Paulo Francisco Slomp, postou uma dica sobre o e-book criado pelo Adão Braga Borges (conforme imagem deste post). 
A seguir posto onde você pode obter mais informações, inclusive como fazer o download do e-book.

Blog Software Livre Na Educação

Site Adão Braga

Baixar o E-book


2012, o ano de mudar...

Neste ano teremos eleições municipais em todo país, segundo o TSE, o calendário eleitoral propriamente dito, inicia-se em 05/03, com algumas normas específicas para o pleito deste ano. O que os eleitores precisam saber sobre isto, neste momento, está um pouco mais à frente datada para 09/05, que é o último dia para pedir inscrição, transferência e algo mais sobre seu "poder" de voto.

O mais interessante a saber sobre estas eleições é, sobre seus candidatos aos cargos existentes. O Processo eleitoral nada mais é que um concurso, quando uma instituição promove um concurso esta nada mais quer que os melhores candidatos dentro desta, ou seja, uma eleição deve "peneirar" somente os melhores para gerir, não esqueça: ADMINISTRAR o seu município, sua vida!  Sim, sua vida pois você mora em um município que possui X, problemas dentre os quais está o processo de escolha do seu gestor, este é um grande PROBLEMA.
Mas o foco deste post não é necessariamente isto, política por política. Na verdade, quando escolhemos um prefeiro, um vereador, temos que ter em mente que estes vão definir as melhorias ou não para o município, o que reza a constituição sobre os preceitos básicos é: saúde, educação e segurança. Como tudo isto é realizado? Na grande maioria das vezes, somente o básico é feito!
Caro leitor, imagine que no Brasil, temos o processo eleitoral mais moderno do mundo, e também, o mais caro. Temos grande polos de tecnologias, e excelentes cursos de tecnologia, no entanto, nas pequenas cidades ainda vemos, secretarias utilizando-se de máquinas de datilografias, nada contra às saudosas máquinas de datilografar, mas precisamos mudar esta realidade.
Verifiquemos as propostas dos candidatos, será que além do básico (garantido pela constituição de 88), eles estão preparados para inserir novos conceitos dentro dos municípios. Observem que até o processo eleitoral já está inserindo  leitores biométricos nas urnas eletrônicas (esta á o símbolo de um grande avanço). A realidade, infelizmente, é um pouco mais complexa visto que ainda, existem casos de candidatos semi analfabetos, daí falar de tecnologia pra ele é como falar em japonês! 
Uma das perguntas que mais me faço é: pra que tantos computadores em laboratórios de uma escola (quando há, é claro), se na secretaria existem máquinas de datilografia para fazer declarações, por exemplo? Ou até tem computador na secretaria, mas este serve para os funcionários acessarem as redes sociais, ou jogar.  Tecnologia também é um necessidade básica hoje! 
Outro ponto interessante, é os famosos livro de ponto, para registrar frequência de funcionário, SENHORES CANDIDATOS JÁ EXISTE LEITOR BIOMÉTRICO! Implementemos nos municípios esta  tecnologia e tantas oturas que existem no mercado.
Enfim, falar do básico é fácil, além de ser garantido na constituição é melhor de se falar nos fatídicos discussos, o problema é falar sobre melhorar o município. Criticar o adversário é fácil o difícil é ter ideias diferentes das que o adversário possui. Fiquem de olho 2012, é o ano de mudar...


De volta às atividades...

Estou voltando hoje às atividades normal do blog, pois desde sexta-feira (dia da última postagem), estive nos preparativos para o concurso do IFCE, no qual estou bastante confiante.
Estou preparando alguns posts bastante interessante para hoje, portanto, caros leitores, aguardem!


Recordar é viver....


Apresentação Natalina realizada no dia 22/12 na Escola Profissional de Camocim. Sob Regência do Professor Luiz Carlos de Oliveira as turmas de primeiro ano da referida escola deram um brilho especial ao evento que estava sendo realizado. Parabéns aos alunos e ao professor. Saudades!


Lazarus...

Minha primeira experiência de programação foi com o bom e velho Delphi, no entanto, tive alguns problemas após desenvolver aplicações pois esbarrava no entrave financeiro, o Delphi sempre foi muito caro, daí as aplicações sempre ficaram "às escuras", devido questões jurídicas e financeiras.
No entanto, em 2009 conheci o Lazarus, um ambiente de desenvolvimento muito interessante com princípios semelhantes ao Delphi, e com uma vantagem "cavalar" era free! Era não é! Fiquei tão empolgado que em 2011, fui apresentar um trabalho no Flisol 2011, em Fortaleza. Clique aqui para rever a matéria aqui mesmo no blog. Logo abaixo veja a apresentação que fiz no Flisol 2011, pode baixar hein!
Agora o que me deixou mais feliz, foi ver um artigo muito bom na revista Community Edition deste mês, sobre Lazarus. Clique aqui e confira o artigo!